Sempre visualizei a cobra nos sonhos como uma lente fotográfica que precisa de foco, quase como se o animal fosse um convite para observar os detalhes que minha visão cotidiana ignora. Quando mencionei o comportamento da cobra, fiquei pensando se a velocidade do movimento dela não seria o verdadeiro termômetro da nossa prontidão para a mudança, em vez de apenas a cor ou a interação física. Às vezes, o que mais me fascina não é o que a serpente faz comigo, mas o cenário onírico que ela escolhe para se esconder, como se estivesse testando a minha capacidade de perceber o oculto em plena luz do dia. 🐍✨